Resenha do Culto da Manhã de Domingo
01/02/2026
“Somos Um pelos Laços do Amor”
João 17:11
Somos um, e o que nos une são os laços do amor.
Quem ama abre os olhos para o que o outro tem de positivo
e fecha os olhos para o que o outro tem de negativo.
Quem ama potencializa o que há de bom no outro.
Deus nos ama tanto, apesar de todas as nossas imperfeições!
Deus vê em nós qualidades que, muitas vezes, nós não enxergamos e, em Sua graça e em Seu profundo amor, as potencializa à medida que aprendemos a depender Dele.
Colocamos nossas lutas diante Dele, e Ele vai nos lapidando e nos dando poder para superar as nossas dificuldades.
A base de uma igreja bíblica, de uma igreja em movimento, é o amor de Deus fluindo em nós.
Isso nos leva a nos relacionar uns com os outros baseados nesse amor, com esse olhar gracioso que Deus tem por nós.
E assim vamos caminhando, avançando.
E é sempre tempo de avançar.
Precisamos cuidar dos nossos relacionamentos de amor, porque somos assim:
temos dificuldades, temos limitações.
Temos defeitos, mas também temos qualidades, e essas qualidades precisam ser potencializadas e colocadas a serviço do Reino de Deus.
João 13:34–35
Os outros conhecerão que nós somos discípulos de Jesus se tivermos amor uns pelos outros.
Percebe a profundidade desse mandamento que Jesus dá?
É um mandamento, não é um conselho.
Jesus está nos ordenando.
Quando a igreja não vivencia o mandamento do amor na prática, ela perde a sua identidade.
E quando uma igreja perde a sua identidade, ela se torna apenas um clube, uma organização, um lugar de encontro.
Muitos perderam a sua identidade e precisam apelar para shows, porque não existe mais o amor.
Quando falta o amor verdadeiro, entra no seio da igreja o espírito de divisão e de maledicência.
Não podemos deixar lugar vazio.
Não deixe lugares vazios em sua mente e em seu coração; geralmente eles são ocupados pelo que há de pior.
Jesus nos amou. Jesus nos ama.
Jesus amou Seus discípulos, apesar de nenhum deles ser perfeito.
Na hora mais difícil de Jesus, eles O abandonaram.
Mas quando Jesus ressuscita, Ele não chega condenando-os.
Jesus os acolhe com profundo amor, os restaura e os ama.
Jesus corrige as igrejas em Apocalipse, alerta sobre o que precisava ser corrigido, mas tudo com amor.
Se não houver amor, a igreja perde sua credencial e sua autoridade diante de Jesus e diante da sociedade.
“Bem-aventurados os pacificadores.”
Jesus entendia a necessidade da unidade, apesar da nossa diversidade.
Temos necessidades imensas. Somos diferentes, mas não pode haver divisão entre nós.
O que não pode ser diferente em nós é a marca de Cristo em nós: a vivência do verdadeiro amor.
Porque o testemunho fala mais alto do que as palavras; a vida grita alto.
Êxodo 20:12–17
Quando amamos o outro, nos alegramos com o nosso próximo. Nos alegramos com a vitória deles.
Mas há pessoas que ficam infelizes com a prosperidade do outro.
O amor ao próximo nos leva a nos alegrar com os que se alegram e nos ensina a chorar com os que choram.
Se não tivermos uma vida como igreja, como seremos uma igreja bíblica?
Tudo o que fizermos será simplesmente obra humana, mesmo que tenha aparência espiritual.
Mas, se amarmos a Deus e ao próximo, a adoração será viva, e a evangelização será uma alegria.
Quando a igreja é viva, há alegria.
Uma igreja viva é uma igreja em movimento, é uma igreja que ama.
Por isso Jesus orou: que eles sejam um, assim como nós somos um.
Porque a Trindade se ama, a Trindade se completa, a Trindade se alegra.
A Trindade não precisa de mais nada.
Tudo em Deus se encontra de forma perfeita.
Jesus ora para que a igreja viva essa alegria da unidade.
Por isso, precisamos orar.
Tudo o que o diabo quer é nos dividir.
Por isso, ore pela unidade.
Seja um pacificador.
Seja um instrumento de Deus.
Ame seu irmão, porque o que nos une é maior do que o que nos separa.
Vamos à mesa.
Mesa é lugar de unidade.
A melhor mesa é a mesa do Senhor.
Ela nos traz à memória o que o Senhor fez, para que esse amor verdadeiro flua em nossa vida.
O pão nos lembra que Jesus nos deu vida; Ele é o pão da vida que alimenta a nossa alma.
O vinho nos traz à memória que o sangue foi derramado para nos purificar.
A Ceia nos lembra da nossa unidade em Cristo Jesus, o Senhor.
A Palavra de Deus nos convida a olhar para dentro de nós.
Pr. Nélio Monteiro
IBPS
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